Ventos...ah eles vem, não pedem nem nada. Só chegam e só! Não tente controlar o vento, você não pode...Pode só sentir que ele acaricia seu rosto, desalinha seu cabelo, sua roupa, traz flores e novas coisas, espalha sementes. Ele é livre e só! E o que disse mesmo sobre ventania??? Esses ventos vão passar??? E se passarem???Você fica???
E pensava eu, comigo mesma, assim eu com meus botões sobre o caso de um cara que conheci. Vou chamá-lo de cara, por que não era assim um homem...E ele falava de coisas, falava de sentimentos com propriedade, como se os tivesse conhecido. Mas de ouvir falar só conhecia, por que o tal cara desconhecia o significado de sentimento.
Sabia ele das palavras e seus trotes, mas das palavras também não sabia poe estudá-las, sabia por conhecê-las, por manipular com elas na lábia do imaginário, do popularesco. Jurava ele que tinha sentimentos como o vento, que ás vezes de tão forte eram ventania, até vendavais de sentimento sentia... tão profundos, tão intensos que eram!
O tal cara ou homem que seja, desconhecia da ética e da fidelidade que precisava ter pra falar de sentimentos, de encantos de mulher.
Só sabia mesmo era persuadir com palavras, como se fossem número de mágica. Sim, aqueles que se fazem no circo, iludindo, envolvendo o público num encantamento: ás vezes, o tal homem se comparava ao mágico dos circos, mas a platéia era de uma mulher só.
E dizia que sentia sentimentos e sentia desejos, e jurava coisas que até convencia a platéia - a mulher - , de que era mesmo cheio daquelas coisas em si, e daqueles sentimentos, criando nela ilusões que a pobre até podia sentir!!!!
Era mesmo bom ilusionista aquele homem que falava de ventos...mas não era bom mágico, e aquilo não era circo, e a mulher...não era platéia...
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O Portal
Isto não tem presunção de ser obra literária, mas sim expor questionar, pensar, desabafar, refletir...
Pode parecer poético ou político, eclético ou ridículo...
Para aqueles que gostam de reflexão ou não, para aqueles que só querem ler, os que vierem para criticar, especuladores que se escondam no anonimato, curiosos, críticos e desencanados, sejam bem vindos!
Vão encontrar motivos para rir, pensar, ouvir a trilha sonora do texto, criticar ou só passar o tempo.
Não é Lígia Fagundes Telles, nem Cecília Meireles, nem Carlos Drummond de Andrade, nem Mário Quintana... Esses são mestres que embalaram minha história literária. Não sou digna nem de me dizer súdita deles!
Sou apenas sua expectadora boquiaberta, voraz e irriquieta...
Aqui, mais uma entre tantos bloggers.
Pode entrar... a porta está aberta!!!
Líca Lima
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